Lisboa é uma das melhores cidades para investir no Imobiliário

Lisboa está no lugar 11ª das cidade europeia mais atrativa para investir no imobiliário

Conforme o relatório Emerging Trends in Real Estate, Portugal ainda é uma prioridade para investidores e operadores internacionais.

De acordo com os últimos dados do relatório Emerging Trends in Real Estate, desenvolvido pela consultora PwC e pelo Urban Land Institute, Portugal mantém-se no centro da agenda de players e operadores internacionais, sobretudo no que diz respeito à promoção imobiliária. O relatório foi baseado em respostas de mais de 1.000 profissionais do setor, como bancos, imobiliárias e fundos de investimento.

Segundo o relatório, Lisboa subiu no ranking das cidades mais atrativas para investimento imobiliário na Europa: a capital portuguesa é hoje a 11ª cidade europeia mais atrativa para investimento imobiliário. De salientar que em 2022 estava no 16.º lugar e em 2021 estava no 15.º lugar.

No seguimento do relatório, “a disrupção dos estilos de vida que acompanhou a pandemia alterou a função das cidades e da procura. no ranking deste ano, nomeadamente Paris, Madrid, Lisboa e Copenhaga.”

Lisboa é a cidade que mais subiu face à posição do ano passado. O capital português parece contrariar a tendência observada na generalidade dos restantes mercados, com forte procura internacional, apesar da queda do capital local, indica o relatório desenvolvido pela PwC e pelo Urban Land Institute.

Londres lidera o ranking das cidades europeias mais atrativas para investimento imobiliário em 2023. Paris (França) e Berlim (Alemanha) seguem para completar o pódio. Madrid e Munique fecham o top cinco das cidades europeias mais atrativas para o investimento imobiliário este ano.

O maior desafio do setor é a reabilitação de edifícios antigos

O relatório Emerging Trends in Real Estate aponta que para os profissionais do setor imobiliário, o maior desafio é renovar edifícios antigos e isso terá um impacto no valor dos imóveis. Além disso, uma geração mais jovem de especialistas em urbanismo prevê uma grande pressão para mudanças, já que a construção é responsável por cerca de 40% das emissões de carbono.

Um CEO pan-europeu afirma que “quem não prestou atenção às questões ambientais, sociais e de governança (ESG) ainda não entendeu que estamos vivendo uma época de transformação, que está sendo acelerada pela crise”. O relatório sugere ainda que novos “conceitos radicais” para a vida urbana podem ser cruciais para lidar com a mudança climática acelerada.

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