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Proposta visa minimizar impactos no tráfego rodoviário causados pelas obras do plano geral de drenagem e do alargamento da rede do Metropolitano de Lisboa
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou, por unanimidade, uma proposta apresentada pelo Bloco de Esquerda para criação de um plano de contingência visando minimizar os impactos no tráfego rodoviário causados pelas obras do plano geral de drenagem e do alargamento da rede do Metropolitano de Lisboa.
As obras previstas implicam a montagem de estaleiros que terão um impacto significativo em vias rodoviárias já congestionadas. Diante disso, a proposta defende a implementação de um plano de contingência em articulação com os operadores de transporte e com as juntas de freguesia para mitigar esses impactos.
O plano de contingência incluirá o reforço da oferta dos transportes públicos nas zonas mais afetadas e o desenvolvimento de percursos alternativos, visando mitigar os impactos no trânsito automóvel através da utilização dos transportes públicos. Alternativas de mobilidade ativa, como ciclovias e zonas pedonais, também serão consideradas.
Além disso, a proposta prevê a criação de um plano de comunicação eficaz e abrangente, que indique aos munícipes os constrangimentos na circulação rodoviária e as alternativas de transportes públicos.
O trânsito já está condicionado desde o final de abril na zona ribeirinha e Baixa de Lisboa, sendo sugerido pela Câmara Municipal o uso de uma “5.ª Circular” para atravessamento, a fim de evitar as zonas condicionadas.
Com o plano de contingência aprovado, a expectativa é minimizar os impactos das obras no trânsito e garantir a mobilidade dos cidadãos durante esse período de construção na cidade.
